sexta-feira, 4 de abril de 2014
Saúde, vida, alegria e paz aos meus leitores amigos.
Grandes bençãos acontecem em minha vida diariamente.
Viva, estou curada graças a Deus, à minha confiança e coragem, à medicina.
Digo amém e agradeço continuamente.
Um ano sem Tamoxifeno, exames de rotina traduzem células saudáveis, saúde em dia, não sou mais uma sobrevivente, agora vivo normalmente, sem lembranças amargas e quando lembro daquela condição de doente ...sorrio...passado...adeus.
Beijos no coração.
quarta-feira, 10 de abril de 2013
Cinco anos de tratamento hormonal com uso do medicamento Tamoxifeno. Novos exames e retorno aos meu estimados e competentes Dra. Léticia e Dr. Amândio da Clínica Oncomed na segunda quinzena de abril/2013. Graças a Deus estou bem, conto os detalhes após consulta. Deixo porém, algumas novidades. Dra. Letícia deu à luz, duas crianças lindas, muitas felicidades e saúde para a família. Dr. Amândio, continua a postos recebendo seus pacientes com muito carinho e atenção, um paizão e a doutora, uma mãezona. Muito bom revê-los, melhor ainda surpreendê-los com com minha recuperação, superação, vitória.
Por isso, peço às pessoas em tratamento que não desanimem, confiem na vida. Deus está ao nosso lado e temos que ser corajosos e pacientes.
Bjos no coração de vocês.
Ilmares
terça-feira, 9 de abril de 2013
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Setembro de 2011
Beijos e abraços para todos.
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Em tempo
De tudo o que ouvi e ainda ouço sobre o câncer, a pior coisa, é a fala grosseira e ignorante que algumas pessoas ditas "saudáveis" usam para rotular a doença como castigo. Essas pessoas dizem para os doentes, que fizemos por merecer o CA e que no mínimo espaço de tempo que venhamos a sobreviver, temos que nos converter, regenerar, redimir, modificar-nos instantaneamente, senão perdemos a data de validade enquanto pessoa. Eu passei por essa experiência e sei bem o quanto dói. Pior que a quimioterapia, machucaram minha alma. Foi terrível.
Tem palavras que se fossem grafite, a borracha correria macia.
Desagradáveis olhares sobre meu estado de doença. Ouvi o que não tinha que ouvir. Total desumanidade.
Indigno, o olhar torto e equivocado das pessoas que sobre o pedestal de barro nos fulminam com palavras vazias e más. Toda uma vida pregressa fica à mercês do julgo malicioso daqueles que em nada são diferentes de nós, que podem a qualquer hora mudarem de posição e adoecerem. E ai, serão apedrejados ao invés de serem amparados, ajudados, amados?
Erros e acertos, acertos e erros fazem parte do aprendizado da vida de todos nós. Ninguém merece punição por isso. Estamos aqui para aprender e não para julgar e sermos julgados.
Minha resposta, uma pergunta: Se cada um tem o que merece, por que as crianças, verdadeiros anjos, têm a doença?
Particularmente, sei que a doença veio para modificar hábitos alimentares, equilibrar pensamentos e emoções e atuar de forma benigna em minha evolução humana.
É dever universal sermos bons, respeitosos, gentis, independe de status no pódio da Vida. Não precisamos estar doentes para nos tornarmos pessoas melhores ou termos saúde para ficar acima dos demais.
O câncer não é bode espiatório de coisa alguma e nem passaporte para os céus. Assim, como todo e qualquer sofrimento terreno, ele é mais um sinalizador de reflexão pessoal.
A cada um, suas próprias descobertas.
Continuo viva. Não mais sobrevivo.
Sentir a vida é muito mais importante que vê-la.
Deixo o prisma circular por entre meus sentidos e mostrar-me o quanto são maravilhosas suas cores.
Desejo a todos, uma consciente estadia no planeta Água e que a misericórdia de Deus nos alimente.
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Para Priscilla
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
Alguns meses depois.......
Estou viva e bem viva. Em novembro, tive febre alta de repente e muito assustada procurei um Pronto Atendimento. Depois de alguns exames, constatou-se uma infecção pulmonar (pneumonia). Fui rapidamente medicada e voltei a sorrir após 10 dias. Agora em janeiro, retornei às consultas trimestrais com Dr. Marcus e Dra Letícia. Novos exames a vista. Os doutores maravilhosos receberam-me com muito carinho e sempre muito entusiasmados com minha disposição, cumprimentaram pela vitória. Também, elogiaram meus novos cabelos. Rimos todos juntos quando brinquei que carregava uma cabeça de ovelha sobre os ombros. Ao sair da Clínica Oncomed, vi Dr. Amândio de longe e o cumprimentei. Ele acenou e chamou-me para um abraço. Foi como receber uma medalha!
A clínica estava cheia, me surpreendeu a super lotação. Olhei para as mulheres com lenços, perucas e chapéus em suas cabeças e por algumas frações de segundos, reconheci as situações por mim igualmente experimentadas. Sensação estranha, porém libertadora ver o encontro do tempo passado com o tempo presente. Tornei-me expectadora de minhas próprias lembranças e fiquei de fora no umbral, observando-nas. Ali, não me cabia mais estar. Respirei fundo, fechei e abri os olhos. Voei livre, como se tudo que eu vivera não tivesse acontecido, tamanha a distância que guardo das lembranças ruins.
Minha confiança não se abala, sou fiel ao meu propósito, ficar completamente curada e livre de células doentes em meu corpo. Trabalho diariamente minha vontade e incessantemente a minha fé. Que Deus esteja com todos e tenha misericórdia de nossas aflições e sofrimentos.